sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

A verdadeira Propriedade


O homem não possui de seu senão o que pode levar deste mundo.
Dele não tem senão o gozo e não a posse real.
Que possuis ele, pois?
Nada daquilo que é para o uso do corpo, tudo o que é de uso da alma: a inteligência, os conhecimentos, as qualidades morais; eis o que traz e o que leva, o que não está no poder de ninguém lhe tirar, o que lhe servirá mais ainda no outro mundo do que neste;
dele depende ser mais rico em sua partida do que em sua chegada, porque daquilo que tiver adquirido em bem, depende a sua posição futura.

O homem ao chegar no mundo dos Espíritos, não se lhe perguntará: Quantos tínheis sobre a Terra? Que posição nela ocupáveis? Éreis príncipe ou operário?
Mas, se lhe perguntará: O que dela trazeis?
Não se computará o valor dos seus bens nem dos seus títulos, mas a soma das suas virtudes; ora, a esse respeito, o operário pode ser mais rico do que o príncipe.

Os lugares na espiritualidade não se compram, eles se ganham pelo bem que se fez; aqui tudo se paga com as qualidades do coração. Sois ricos dessas qualidades? Ide ao primeiro lugar onde todas as felicidades vos esperam; sois pobre? Ide ao último, onde sereis tratado em razão do que tendes. (Pascal, Genève, 1860).

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Pensadores da Educação

Tão antigo quanto a filosofia, o pensamento educacional se desdobra em várias correntes. Clique nas imagens para conhecer séculos de reflexões sobre o ofício de educar.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

 
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
O coração infarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

 

Preste atenção!
 O plantio é livre, a colheita, obrigatória ... Preste atenção no que você está plantando, pois será  a mesma coisa que irá colher!!